sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Aprisionado

Sentes o que eu sinto e serás livre,
Como uma borboleta fugindo do casulo.
Sentes o eu sinto e verás que é lindo,
Voar pelas montanhas a procura do infinito.

Eu até pensei, Eu até pensei,
Que tinha me esquecido, que tinha me perdido,
Em meio ao preconceito das pessoas que tentam me mostrar que a poesia é um papo careta?
Mas não... Você me apareceu como chama.

Chama que se acende em meio a escuridão,
Assim se acendeu em meu coração.
Me deleito, queimas sofro, mas não te esqueço.


Sérgio de Souza

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